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Alunos: Gustavo L., Gustavo M., João Vitor C., Carlos Magno, Maicom e Rafael
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Matéria: Português

Esse Site Fala Sobre As Causas Da Destruição Do Nosso Planeta, e As Soluções Para Salva-lo.

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quarta-feira, 29 de abril de 2009

Recicle Na Sua Cidade!
Reciclagem em geral:
Espírito Santo

Aparas Fluminense
Rua Silve Xavier 38 - Cristovão Colombo - Vila Velha
Telefone : (27) 3391-3441

Eco Vida
Rua 6 Qd 13 Lt 4 - Civit II
Carapina - Espírito Santo
Telefone : (27) 3328-4642

Four Color
Rua Egilio Ramos610 - Jd Penha - Vitória
Telefone : (27) 3235-8669

Inserpla Indústria serrana de plásticos
Rua projetada 36 - Pr canto - Serra
Telefone : (27) 3291-7955

Madecicle Indústrial e Cia.
Avenida João Palacios 501 - Eurico Salles - Carapina
Telefone : (27) 3318-0546

Paraíso maquinas e montagens
Rua Para 22 - Jd América - Cariacica
Telefone : (27) 3236-1013

Rba Industria Tubo Plasticos
Avenida 41 - São Diogo - Carapina
Telefone : (27) 3328-3170

Realpet
Rua Romulo Samorini 70 - Pr Canto - Vitória
Telefone : (27) 3227-2075

Recicla Vitória
Avenida Coronel Manoel Nunes 319 - Jd Trópical - Carapina
CARAPINA - Espírito Santo
Telefone : (27) 3318-2688

Recicla Vitória
Rodóvia Br-101 Norte Km 10,5 - Carapina
Telefone : (27) 3338-7823

Recilagem Miranda
Avenida Anchieta 1500 - Ipiranga - Guarapari
Telefone : (27) 3261-7889

Reciclart
Rua Luiz Gabeira Qd 12 Lt 1 - Divino Espírito Santo - Vila Velha
Telefone : (27) 3340-9904

Rimappel Rio Marinho Papeis e Plásticos
rua Caviuna 127 - Ipessa - Vila Velha
Telefone : (27) 3369-0025

Riviera Reciclaveis
Rua Colatina 848 - Res Coqueiral - Vila Velha
Telefone : (27) 3244-3552

Total Plasti Comercio e Serviços De Reciclagem
Estrada Ayrton Senna Da Silva 900 - Morada Barra - Barra Do Jucu
Telefone : (27) 3244-5539
São Paulo:
Apliquim
(11) 3722-5478
Rodrigues & Almeida Moagem de Vidros
(19) 9649-6867
Tramppo
(11) 3039-8382
Naturalis Brasil
(11) 4496-6323 e 4591-3093
-
Em Santa Catarina :
Brasil Recicle
(47) 3333-5055
-
No Paraná:
Bulbox
(41) 3357-0778
Mega Reciclagem
(41) 3268-6030 e 3268-6031
-
No Rio Grande do Sul:
Sílex (51) 3421-3300 e 3484-5059
Em Minas Gerais
Recitec
(31) 3213-0898 e 3274-5614
HG Descontaminação
(31) 3581-8725
E Rio De Janeiro:

AlphaBrasil Indústria e Comércio De Metais LTDA
Avenida Monte Castelo Qd 128 Lt 27 - Jd Gramacho - Duque De Caxias
Telefone : (21) 2674-5753

Antonio Carlos Lopes
Rua Tenente Araquem Batista 408 - Penha - Rio De Janeiro
Telefone : (21) 2561-1809

Chridal Reciclagem
Avenida Ferroviarios 320 - Duas Pedras - Nova Friburgo
Telefone : (22) 2522-7126

Cooperativa De Catadores De Materias Reciclaveis
Rodovia Rj 130 Km 6,5 - Centro - Nova Friburgo
Telefone : (22) 2529-3588

Embalix Reciclagem Ltda
Rua Fernandes Da Cunha 222 - Vig Geral - Rio De Janeiro
Telefone : (21) 3451-9198

IRF Industria e Reciclagens Fluminense
Avenida Paulo Erlei Alves Abrabtes 8560 - Volta Redonda
Telefone : (24) 3348-2298
MDR Mundo Das Reciclagens
Rua Dona Francisca 369 - Engh Novo - Rio De Janeiro
Telefone : (21) 2218-2165

Produtos Eletrônicos(Computadores, Televisões e Etc)


Nas duas últimas décadas estivemos assistindo a uma revolução digital. O símbolo dessa era é o avanço do microchip, que se torna cada vez menor, mais rápido e mais barato. Vimos os equipamentos evoluírem exponencialmente e o setor de eletrônicos pessoais explodir. E, enquanto a mídia tem dedicado cobertura extensiva a essa onda de inovação tecnológica, pouca atenção tem sido dada àquilo que ela deixa como rastro.


Os resíduos eletrônicos, apelidados de e-lixo, englobam uma vasta gama de dispositivos. Vão dos eletrodomésticos de grande porte, como as geladeiras, máquinas de lavar e aparelhos de ar-condicionado, às peças pequenas e portáteis como celulares, lâmpadas fluorescentes e tocadores de CD ou MP3. Antes feitos para durar, os eletrônicos de consumo hoje são projetados para serem substituídos quando quebrados - e então jogados fora. Na maioria dos lares do planeta existem torradeiras que não funcionam, pilhas gastas e videogames obsoletos que estão a um passo de virar descarte.


Ainda que fosse pelo simples volume dos objetos, o crescimento desse despejo já seria um problema. Em comparação ao lixo urbano comum, o e-lixo pesa de três a quatro vezes mais, aponta a bióloga Patricia Blauth, consultora em minimização de resíduos. Mas a sucata eletrônica é um tipo de lixo especial, no pior sentido. Por colocar em risco a saúde e o ambiente, precisa de tratamento diferenciado e fiscalização eficiente. Coisas que custam muito - e podem ser muitas vezes burladas.


Esse lixo também é peculiar por outro motivo: seu ciclo de vida é curto, muito menor que a duração real da sua produtividade. Some-se a isso a falta de incentivo à reciclagem, os altos preços do desmantelamento e do tratamento dos elementos químicos envolvidos e, sobretudo, a falta de políticas públicas, e tem-se um quadro assustador: de 20 a 50 milhões de toneladas de novos resíduos eletrônicos jogados fora, anualmente, em todo o mundo, segundo informam as Nações Unidas. Nos próximos cinco anos, esse número vai triplicar.

China, Crianças são mão-de-obra no desmanche do lixo tech

Os números de sucata eletrônica

• O tempo médio de vida útil de um computador nas nações desenvolvidas caiu de seis anos para apenas dois anos entre 1997 e 2005

• Telefones celulares têm ciclo de vida de 18 meses nos mesmos países• A indústria vendeu 183 milhões de novos computadores em 2004 - 11,6% a mais do que em 2003

• 674 milhões de celulares foram vendidos em todo o mundo no mesmo período, superando em 30% os índices do ano anterior

• Em 2010, Estados Unidos, Europa e Pacífico Asiático já terão acrescentado à soma mais 150 milhões de PCs, enquanto os mercados emergentes terão contribuído com outros 566 milhões. Até lá, haverá 178 milhões de novos usuários de informática na China e 80 milhões na Índia. No México, 46% dos habitantes terão um computador


Duas décadas atrás, também, o lixo dos países desenvolvidos era um problema com que apenas eles tinham de lidar. Agora, a questão é global. "Havia uma defasagem para as novidades chegarem aqui", explica o economista Sabetai Calderoni, autor de "Os Bilhões Perdidos no Lixo". "Hoje os lançamentos são simultâneos e existe uma febre de substituir os equipamentos assim que chega algo novo ao mercado. O que vemos é uma obsolescência programada, não casual.

" A cada dois anos e meio um chip dobra de capacidade e o anterior sai de cena. Somente no Brasil são produzidas, por ano, 3 mil toneladas de celulares. Para onde vai isso tudo? "Depende da política de cada município", explica Eduardo Castagnari, presidente da Abrelpe (Associação Brasileira de Empresas de Limpeza Pública e Resíduos Especiais), "mas na maioria dos casos o destino é equivocado". "Supõe-se que no Brasil a maior parte dos resíduos eletrônicos tenha um fim semelhante aos resíduos urbanos, ou seja, os aterros sanitários. E essa é uma uma hipótese levemente otimista", diz Sebastião Roberto Soares, chefe do departamento de engenharia sanitária e ambiental da UFSC. A suposição pessimista é que os eletrônicos vão parar em lixões.


Aqui, o problema dos resíduos sólidos reside no tratamento e disposição final, e não na limpeza pública, que já atende a maior parcela da população urbana. "No caso dos eletroeletrônicos, há uma deficiência adicional pelas oportunidades de reciclagem que ainda são desperdiçadas", aponta Diógenes Del Bel, presidente da Abetre (Associação Brasileira de Empresas de Tratamento de Resíduos). Uma exceção é o município de Curitiba (PR), que possui um sistema de coleta para resíduos perigosos domésticos.

O número de lixo que uma pessoa consome em uma vida.

Aconteceu lá fora


• Suíça; Dois sistemas de retorno ao fabricante são financiados por uma taxa prévia de reciclagem, um para aparelhos elétricos (de secadores de cabelo a geladeiras) e outro para eletrônicos (computadores, celulares e afins). Os fabricantes e importadores são responsáveis por seus produtos até o fim de sua vida útil e devem garantir um processo de reciclagem limpo e eficiente. Somente 3% do e-lixo vai para aterros, que são sujeitos a controles rígidos.


• Índia; A maior parte do lixo vem dos fabricantes, que descartam chips, placas-mãe e periféricos defeituosos. Não há maquinário ou equipamento de proteção adequados para a extração de materiais na reciclagem. O trabalho é feito manualmente e sem luvas, com o auxílio apenas de martelos e chaves de fenda. Crianças e mulheres são geralmente envolvidas nessas operações. Aquilo que não tem valor para reuso ou revenda é queimado a céu aberto ou depositado em aterros.


• China; O sistema de reciclagem é caótico. A coleta de lixo é parcialmente organizada, mas não se presta exclusivamente a esse fim e cobre todo tipo de resíduo. Os coletores é que pagam ao consumidor por seus equipamentos usados, mesmo sem funcionar. A importação de lixo é ilegal, mas amplamente praticada, com despejos vindos principalmente dos EUA, da Coréia e do Japão. Depois do desmantelamento, o e-lixo é mandado para refinarias de metais no sudeste do país.


• África do Sul; Devido a regulamentações severas para o comércio de metais preciosos no país, é difícil encontrar refinariais que aceitem processar material sem as especificações exigidas. Não há leis que determinem a responsabilidade pós-consumo ao fabricante nem ao consumidor. Muitos distribuidores trocam material velho por novo na hora da venda, mas a maior parte vai para aterros. É comum que máquinas obsoletas sejam descartadas junto com resíduos sólidos comuns.

Lâmpadas Fluorescentes²

Criação

A lâmpada fluorescente, criada por Nikola Tesla, foi introduzida no mercado consumidor em 1938. Ao contrário das lâmpadas de filamento, possui grande eficiência por emitir mais energia eletromagnética em forma de luz do que calor.

Funcionamento

As lâmpadas fluorescentes funcionam de modo semelhante aos tubos de descarga de gás néon, possuem um par de elétrodos em cada extremo. O tubo de vidro é coberto com um material à base de fósforo, este, quando excitado com radiação ultravioleta gerada pela ionização dos gases produz luz visível. Internamente são carregadas com gases inertes a baixa pressão, as mais comuns utilizam o árgon. Além da cobertura de fósforo, existem eletrodos em forma de filamentos nas suas extremidades. Sua função é pré-aquecer seu interior para reduzir a tensão eletrica necessária à ionização, dando a partida no processo de bombardeamento por iões (português europeu) ou íons (português brasileiro) positivos dos gases no interior do tubo.
Quando a composição interna for a base de vapor de mercúrio, portanto não condutiva, deve ser aplicado um gradiente de tensão de algumas centenas de volts ao mesmo tempo que as extremidades são aquecidas. Acontecendo a descarga iónica, portanto a emissão de luz U.V. e esta excitando o fósforo da parede do tubo de vidro, não há mais necessidade de alta tensão entre os extremos do tubo, sendo reduzida para menos de 100 V, no caso de lâmpadas de baixa potência e no máximo 175 V em caso de lâmpadas de alta potência.
A intensidade de corrente eletrica que passa através dos gases de baixa pressão emite grande quantidade de radiação U.V. no comprimento de onda de emissão do vapor de mercúrio. Esta é convertida em luz visível pela camada de fósforo que, dependendo da mistura aplicada, dará a tonalidade da coloração emitida.
Uma lâmpada fluorescente, para funcionar, precisa de dois acessórios extra: O Arrancador (português europeu) ou Starter (português brasileiro) (que não é mais do que um relé térmico bi-estável) e o Balastro (português europeu) ou Reator (português brasileiro) (que é uma bobina para gerar a alta tensão necessária ao arranque e controlar a corrente consumida pela lâmpada).O arrancador, só funcionam no acto da ignição da lâmpada, ficando todo o resto do tempo desligado. Até pode ser retirado do circuito, que a lâmpada permanece acesa.

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Aplicação

As aplicações de Lâmpadas fluorescentes, vão desde o uso doméstico, passando pelo industrial, chegando ao uso laboratorial. Neste caso são largamente utilizadas sem cobertura de fósforo para equipamentos de esterilização por U.V.

Eficiência e Durabilidade

Além de serem de duas a quatro vezes mais eficientes em relação às lâmpadas incandescentes, as fluorescentes chegam a ter vida útil acima de dez mil horas de uso, chegando normalmente à marca de vinte mil horas de uso, contra a durabilidade normal de mil horas das incandescentes.

Características

Lâmpadas de plasma feitas de folhas alumínio superam lâmpadas incandescentes Lâmpadas planas, finas como folhas de alumínio, que não precisam de suportes metálicos, super-leves, podendo se adaptar a qualquer ambiente e servindo inclusive para aplicações médicas. Essa é a novidade apresentada por pesquisadores da Universidade de Illinois, Estados Unidos. As novas lâmpadas são formadas por um sanduíche de duas folhas de alumínio separadas por uma finíssima camada isolante de óxido de alumínio (safira).
O que faz essa estrutura emitir luz é uma série de pequenas cavidades cheias de gás, que penetram a folha de alumínio superior e a camada de safira. Essas cavidades, com o formato de um diamante, são depósitos de plasma, que emitem luz sob a ação de uma corrente elétrica. O princípio é o mesmo das lâmpadas fluorescentes, só que as lâmpadas de plasma dispensam refletores e suportes. Por cima da folha superior de alumínio vai uma camada de vidro de 0,5 milímetro de espessura, com o lado interno recoberto por uma película de fósforo de 10 micrómetros (português europeu) ou micrômetros (português brasileiro) de espessura. Com isso, todo o painel de lâmpadas de plasma tem uma espessura total de 0,8 milímetros.
Construídos de folhas de alumínio, safira e minúsculas quantidades de gás, os painéis são finos e podem ser pendurados na parede como se fossem quadros. No atual estágio da pesquisa as lâmpadas de plasma têm uma eficiência de 15 lumens por watt. Os pesquisadores afirmam ser possível chegar aos 30 lumens por watt quando o projeto do painel e da geometria das microcavidades estiverem revisados. Uma lâmpada incandescente tradicional tem uma eficiência entre 10 e 17 lumens por watt.Embora o painel de lâmpadas de plasma seja seis vezes mais fino do que um painel de LEDs, o consumo de energia ainda não é o ideal. O gasto de energia das lâmpadas de plasma fica muito acima dos LEDs, em um nível intermediário entre as lâmpadas fluorescentes e as lâmpadas incandescentes.

http://www.pedropais.com/wp-content/uploads/2007/07/203836_lights.jpg
Lâmpadas Fluorescentes:

Desde o apagão de 2001, quando as chamadas lâmpadas econômicas se incorporaram à vida brasileira, o consumo desse tipo de produto manteve-se em escala ascendente. Só nos últimos quatro anos, a média de crescimento foi da ordem de 20% ao ano.

O volume de importações em 2007 ficou em aproximadamente 80 milhões de unidades, vindas quase todas da China, país que lidera a fabricação no continente asiático, onde esse processo está concentrado.

A mais recente Pesquisa de Posse e Hábitos de Consumo de Energia, realizada de 2004 a 2006 sob coordenação da Eletrobrás, por meio do Procel (Programa Nacional de Conservação de Energia Elétrica), revelou que 96% dos entrevistados conhecem as lâmpadas fluorescentes. No entanto, apenas 14% desse universo as utiliza em sua forma compacta, percentual que sobe para 30%, se contabilizadas as lâmpadas tubulares.

O resultado, longe de desanimar o mercado, o estimula. “Já temos meio caminho andado”, disse a AmbienteBrasil Alexandre Cricci, presidente da Associação Brasileira de Importadores de Produtos de Iluminação (ABilumi).

Para ganhar o espaço existente em novos adeptos, ele conta com duas frentes em potencial. Primeiro, a maior qualidade das lâmpadas fluorescentes que, há uma década, decepcionaram significativa parte dos consumidores, em função de importações que não observaram mínimos critérios técnicos.

Agora, essa decepção é bem menos provável. Em dezembro passado, entrou em vigor legislação do Inmetro (Instituto Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial) obrigando todos os produtos do gênero a exibirem um selo que ateste o cumprimento das exigências do órgão quanto a seu desempenho. É a Etiqueta Nacional de Conservação de Energia (Ence).

A fabricação se aprimorou de tal modo que não tem havido dificuldade em cumprir outra exigência do Inmetro: garantia mínima de um ano. Alguns fabricantes chegam a dobrar esse período.

Vitoriosa na trincheira da qualidade, a ABilumi enfrenta outra batalha: o desconhecimento do grande público quanto à economia proporcionada pelas lâmpadas fluorescentes compactas ou tubulares. “É difícil para as pessoas perceberem isso porque só cerca de 20% do consumo de energia de uma residência vai para a iluminação”, diz Cricci, lembrando o peso na conta proporcionado pelo chuveiro elétrico e pelo ferro de passar roupa, por exemplo.

“O produto é bom e economiza, mas ninguém sabe dizer exatamente quanto isso representa no bolso”, resume.
A ABilumi conseguiu comprovar que cada lâmpada fluorescente compacta de 15W – equivalente a uma incandescente de 60W - resulta em uma economia de 2 reais por mês na conta de luz. Quem tem dez lâmpadas – algo razoável em residências de classe média – já aufere R$ 20 em economia. A entidade quer propagar essa informação de forma maciça. No entanto, pela abrangência e pelo tamanho do investimento necessário, inclusive com anúncios em rádio e televisão, está no momento buscando apoio governamental para a implementação da proposta.

http://www.mamashealth.com/mamaspicks/images/lightbulb.jpg

Descarte

Por outro lado, se cresce ininterruptamente a preferência por esse tipo de lâmpada, em cujo interior há mercúrio – substância poluente -, é de se esperar que o descarte adequado do produto pós-consumo seja alvo de total atenção por parte dos importadores e do poder público.
A ABilumi identificou, no Brasil, apenas dez empresas que oferecem serviço de reciclagem de lâmpadas, a maior parte das quais em São Paulo (veja a lista no final da matéria). O número já é pequeno e, para piorar, a logística de transporte de resíduos perigosos – o caso em questão - torna-se especialmente complexa em função da legislação brasileira sobre o tema.
Da carga ao veículo, passando pelo condutor deste, são exigidas documentações, classificações e advertências – uma burocracia pautada pelo rigor. A preocupação é correta, louvável, mas um pouco mais de flexibilidade nessa operação contribuiria para facilitar, em grande parte, qualquer esforço pela reciclagem. A ABilumi cita o exemplo da norma norte-americana “Standards for Universal Waste Management - 40 CFR Part 273 Subpart B”, que estabelece regras especiais para o transporte de resíduos perigosos em pequenas quantidades. O limite para encaixar-se nessa legislação é de até 5 toneladas.
Conforme a entidade, a simplificação do transporte de pequenas quantidades de lâmpadas queimadas tem como objetivo facilitar que o consumidor possa destinar corretamente os seus resíduos. Devido á baixa concentração do lixo, a toxidade também é baixa.
O efeito prático da norma nos EUA é reduzir o custo da logística reversa sem que o risco aumente significativamente. É permitido que os postos de coleta armazenem por até 10 dias tal quantidade de lâmpadas (até 5 toneladas), sem a necessidade de grandes investimentos e autorizações dos órgãos ambientais.
Em suma, nos EUA, tanto a destinação dos resíduos pelo consumidor como a coleta e armazenamento de pequenas quantidades de lâmpadas têm menos exigências que no Brasil.

http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/5/5b/Leuchtstofflampen-chtaube050409.jpg/800px-Leuchtstofflampen-chtaube050409.jpg

Cuidados
O consumidor também precisa ter cuidados no manuseio e uso das lâmpadas fluorescentes, especialmente se houver quebra de uma delas, o que libera o mercúrio no ar. Confira a seguir os procedimento recomendados pela ABilumi nessa circunstância.
Não usar equipamento de aspiração para a limpeza;
Logo após o acidente, abrir todas as portas e janelas do ambiente, aumentando a ventilação;
Ausentar-se do local por, no mínimo, 15 minutos;
Após 15 minutos, colete os cacos de vidro e coloque-os em saco plástico. Procure utilizar luvas e avental para evitar contato do material recolhido com a pele; Com a ajuda de um papel umedecido, colete os pequenos resíduos que ainda restarem; Coloque o papel dentro de um saco plástico e feche-o;
Coloque todo o material dentro de um segundo saco plástico. Assim que possível, lacre o saco plástico evitando a contínua evaporação do mercúrio liberado;
Logo após o procedimento, lave as mãos com água corrente e sabão.

http://revez-solar.com/loja/images/Lampada%20osram.jpg

Pilhas e Baterias Part 2

Tipos De Pilhas:

Pilha De Mão:

Esta pilha é constituída de duas "mãos" metálicas uma de cobre e outra de alumínio, conectadas a um voltímetro.Nos dois pólos: negativo (alumínio) e positivo (cobre) ocorrem as semi-reações de oxidação e redução, respectivamente. Mas a pilha só entra em funcionamento quando o circuito é fechado, e isto ocorre no momento em que sobre as "mãos" metálicas uma pessoa coloca suas duas mãos.Os sais presentes no suor das mãos estão dissociados em íons que são responsáveis pelo transporte da corrente elétrica.

Pilhas De Volta:

Alessandro Volta (1745-1827), partiu de um pressuposto diferente do de Galvani: o de que a eletricidade tinha origem nos metais. Como físico, Volta tentava provar que só existia um tipo de eletricidade, aquela estudada pelas físicos. Por isso, trocou os tecidos de organismos vivos por ferro, cobre e tecido molhado. Variando os metais usados, rapidamente se convenceu de que seu raciocínio fazia sentido.
Em 1800, Volta construiu um equipamento capaz de produzir corrente elétrica continuamente: a pilha de Volta. Ele empilhou alternadamente discos de zinco e de cobre, separando-os por pedaços de tecido embebidos em solução de ácido sulfúrico. A pilha de Volta, produzia energia elétrica sempre que um fio condutor era ligado aos
discos de zinco e de cobre, colocados na extremidade da pilha.

http://m.albernaz.sites.uol.com.br/eletricidade_arquivo/oque_eletricidade2.jpg


Pilhas De Daniell:


Esta pilha construída por John Frederick Daniell, no ano de 1836, é constituída por dois eletrodos um de cobre e um de zinco imersos em semi-células contendo soluções com seus respectivos íons (Cu++ e Zn++), uma ponte salina conectada às duas semi-células e um fio metálico.
O funcionamento da pilha de Daniell é semelhante a de Volta pois possuem os mesmos eletrodos: cobre e zinco, as diferenças são que na pilha de Daniell os eletrodos estão em compartimentos separados, e a utilização da ponte salina, que é responsável pelo fechamento do circuito elétrico.
http://educa.fc.up.pt/ficheiros/categorias/80/pilha3.jpg

Pilha De Lenclanché (Pilha Comum):

A pilha de Leclanché é formada por um cilindro de zinco metálico, que funciona como ânodo, separado das demais espécies químicas presentes na pilha por um papel poroso. O cátodo é o eletrodo central. Este consiste de grafite coberto por uma camada de dióxido de manganês, carvão em pó e uma pasta úmida contendo cloreto de amônio e cloreto de zinco.
Esta pilha tem caráter ácido, devido a presença de cloreto de amônio. A expressão pilha seca é apenas uma designação comercial que foi criada há muitos anos para diferenciar este tipo de pilha (revolucionário na época) das pilhas até então conhecidas, que utilizavam recipientes com soluções aquosas, como a pilha de Daniell.

http://www.gimba.com.br/imagens/imagem.asp?codprod=


Pilha Alcalina:

Essas pilhas são semelhantes à de Leclanché. As principais diferenças são: sua mistura eletrolítica que contém hidróxido de potássio ou de sódio (bases), ao invés de cloreto de amônio (sal ácido), e o ânodo é feito de zinco altamente poroso, que permite uma oxidação mais rápida em relação ao zinco utilizado na pilha seca comum.
As pilhas alcalinas dão voltagem de 1,5 V, e não são recarregáveis. Comparando-as com as pilhas secas comuns, as alcalinas são mais caras, mantêm a voltagem constante por mais tempo e duram cinco vezes mais. Isso ocorre porque o hidróxido de sódio ou potássio é melhor condutor eletrolítico, resultando uma resistência interna da pilha muito menor do que na pilha de Leclanché.

http://www.starmidiario.com.br/imagens/produtos/896/DURACELL%20C.jpg




terça-feira, 28 de abril de 2009

Pilhas e Baterias Part 1






Porque As Pilhas Usadas São Lixos Tóxicos?

Muita gente não tem conhecimento que pode estar armazenando em suas próprias casas um poderoso lixo tóxico: pilha usada. A situação se agrava se considerarmos a quantidade de equipamentos que possuímos e que funcionam à base de pilhas, como por exemplo: rádios, relógios, máquinas fotográficas, calculadoras eletrônicas, filmadoras e agora nossos inseparáveis celulares.O pior é que as pilhas modernas trazem o problema agravado, são as que possuem mais contaminantes, são elas: Baterias de chumbo (SLA), botão de mercúrio, baterias de Níquel-Cádmio (NiCd).

Pilhas

As pilhas e baterias de uso doméstico apresentam um grande perigo quando descartadas incorretamente.composição dessas pilhas são encontrados metais pesados como: cádmio, chumbo, mercúrio, que são extremamente perigosos à saúde humana. Dentre os males provocados pela contaminação com metais pesados está o câncer e mutações genéticas. Só para esclarecer, as pilhas e baterias em funcionamento não oferecem riscos, uma vez que o perigo está contido no interior delas.
O problema é quando elas são descartadas e passam por deformações na cápsula que as envolvem: amassam, estouram, e deixam vazar o líquido tóxico de seus interiores. Esse líquido se acumula na natureza, ele representa o lixo não bio-degradável, ou seja, não é consumido com o passar dos anos. A contaminação envolve o solo e lençóis freáticos prejudicando a agricultura e a hidrografia. Justamente por serem bio-cumulativas é que surgiu a necessidade do descarte correto de pilhas e baterias usadas.
Já existem leis que obrigam os fabricantes a receberem de volta pilhas e baterias, e desta forma dar a elas o destino adequado. Seria fundamental que também colocassem advertências na própria embalagem do produto, avisando dos eventuais perigos oferecidos pelo descarte incorreto do material.perigos oferecidos pelo descarte incorreto do material.

O Que Devemos Fazer Com As Pilhas Usadas?

Pilhas, baterias de telefone celular, telefone sem fio, agenda eletrônica, etc representam um risco ambiental se descartados de maneira inadequada. A partir de Julho de 2000, entrou em vigor uma norma do Conselho Nacional do Meio Ambiente (CONAMA - RESOLUÇÃO No. 257 DE 30 DE JUNHO DE 1999)que atribui aos fabricantes a responsabilidade sobre o material tóxico que produzem. Verifique o que fazer com seu lixo eletrônico.

Passo a Passo:
1. Pilhas comuns: verifique na embalagem se elas devem ou não ser devolvidas ao fabricante para serem recicladas. As pilhas alcalinas já atendem às normas de segurança e podem ser jogadas normalmente no lixo.

2. Bateria de telefone celular e telefone sem fio: as empresas fabricantes devem informar no manual a maneira de descarte correta. As baterias de níquel cádmio(Ni-Cd) não devem ser jogadas no lixo e sim devolvidas ao seu fabricante. Entre em contato com o fabricante para saber como proceder. As baterias de níquel-metal-hidrato (Ni-MH) e lítio-ion (Li-Ion) podem ser jogadas no lixo.

3. Quanto ao restante de aparelhos eletrônicos em geral, os fabricantes devem facilitar a troca de pilhas e baterias e facilitar o acesso à elas. Em caso de dúvida entre em contato com o fabricante.

Obs.: Os itens acima descrevem a forma correta de descarte segundo a lei. No entanto, como qualquer pilha ou bateria contém metais pesados (mesmo quem quantidades pequenas) a forma mais correta de descarte seria entregá-las,após seu esgotamento energético, aos estabelecimentos que as comercializam ou à rede de assistência técnica autorizada pelas indústrias.

Existem ainda postos de coleta que recebem esses materiais e os encaminham para reciclagem. A lista com estes postos pode ser encontrada neste site.Pode e Não Pode Baterias podem pegar fogo em caso de descarga acidental. Fique atento para o que se pode e não pode fazer para evitar acidentes nos locais de coleta.

Pode

  • Descartar baterias em forma de botão ou de moeda juntas numa sacola de plástico.

  • Isolar os contatos positivos ( + ) e negativos ( - ) com fita ou colocar as baterias numa capa de plástico se os seus contatos elétricos estiverem do mesmo lado (como em baterias de 9V).

  • Isolar os contatos ou armazenar em plástico baterias recarregáveis.
  • Garantir que as baterias estão descarregadas.

Não Pode
  • Armazenar baterias fora dos recipientes de coleta.

  • Descartar baterias quebradas ou vazando nos recipientes.


O Que Pode Ser Descartado No Lixo Comum e o Que Não Pode

As Informações a abaixo classifica descarte de alguns tipos de pilhas e baterias segundo a resolução CONAMA 257/99.

Os dados foram colhidos do fabricante PANASONIC e foram tomados como genéricos uma vez que grande parte dos fabricantes já está em conformidade com tal resolução. No entanto, vale lembrar que a composição das pilhas e baterias varia de acordo com o fabricante. Portanto, faça sua parte e informe-se se a pilha ou bateria que você usa está em conformidade com as normas!!!

Tipo de pilha/bateria:

Alcalinas-Manganês; Zinco-Manganês; Baterias Alcalinas tipo Botão, 6V e 12V; Baterias de Lithium tipo Botão; Baterias de Lithium;

Essas Baterias/Pilhas São Encontrados Nesses Aparelhos Abaixo: Brinquedos , walkmans, máquinas fotográficas , controle remoto, rádio portátil, despertadores, lanternas, calculadoras, máquinas fotográficas, agendas eletrônicas, controle remoto de portões e máquinas fotográficas.
Essas Citadas Acima Devem Ser Descartadas Como Lixo Doméstico.
Tipos de Pilha/ Bateria:

Baterias de Níquel-Cádmio, Baterias de Níquel-Cádmio para celular e Baterias de Chumbo Ácido.

Onde São Encontradas: Telefone sem fio, aparelhos celulares, veículos auto-motivos

Devem ser devolvidas aos fabricantes.

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O ideal é separar o lixo tóxico do restante, dessa forma você facilita a coleta e posterior armazenagem em aterros especiais. Mas se optar pelo envio ao fabricante, estará alertando-o de sua preocupação e, quem sabe dessa forma, ele tome consciência de sua responsabilidade como produtor e dê destino correto ao seu produto após o uso.
Sabemos que esses materiais são perigosos porque são ricos em metais pesados, e quando descartados podem deixar seus conteúdos expostos ao meio ambiente. O prejuízo não é momentâneo, ele se agrava por muitos anos, pois metais pesados são bio-cumulativos, ou seja, não são degradados pela natureza. Siga os passos abaixo e previna um mal à humanidade:
• Não descarte pilhas usadas junto com o restante do lixo;
• Separe as pilhas em recipientes fechados;
• Procure o depósito apropriado para esse lixo ou envie ao fabricante.


http://maisumteko.files.wordpress.com/2008/03/pilha.jpg

quinta-feira, 2 de abril de 2009


Poluição


Poluição Por poluição entende-se a introdução pelo homem, direta ou indiretamente de substancias ou energia no ambiente, provocando um efeito negativo no seu equilíbrio, causando assim danos na saúde humana, nos seres vivos e nos ecossistemas presentes.

Os agentes de poluição, normalmente designados por poluentes, podem ser de natureza química, genética, ou sob a forma de energia, como nos casos de luz, calor ou radiação.

Tipos De Poluição:


A poluição atmosférica resulta da emissão de gases poluentes ou de partículas sólidas na atmosfera.
Pode provocar uma degradação dos ecossistemas devido ao lançamento de inúmeras substâncias (radioativas, ácidas, recalcitrantes, etc.) e não respeita fronteiras, por isso pode se tratar de um problema local. Este tipo de poluição pode dar origem ao efeito estufa, às alterações climáticas, à diminuição da qualidade do ar, a problemas de saúde nos seres vivos como diversas doenças respiratórias, diversos tipos de cancros, entre outros.
Poluição da água: Existem dois tipos de definição para descrever uma Água Poluída. Do ponto de vista econômico, a poluição da água é uma alteração da qualidade que afeta o bem-estar do consumidor e reduz os lucros do produtor, exigindo-se assim o estabelecimento de um nível ótimo de poluição. Em termos ambientais, a poluição da água é uma alteração do ambiente que afeta os ecossistemas e direta ou indiretamente, o Homem. A classificação de água poluída depende do seu uso, e do equilíbrio que existe entre o meio aquático e a sua fauna e flora, assim sendo, uma água pode ser imprópria para consumo humano, mas estando em equilíbrio com o seu meio não poder ser classificada como poluída. Um exemplo é a água dos oceanos, que devido a sua composição mineral e iônica, não se encontra dentro dos padrões definidos para consumo humano, mas, no entanto não pode ser considerada como poluída.


A poluição do solo consiste numa das formas de poluição, que afeta particularmente a camada superficial da crosta terrestre, causando malefícios diretos ou indiretos à vida humana, à natureza e ao meio ambiente em geral. Consistem na presença indevida, no solo, de elementos químicos estranhos, como os resíduos sólidos ou efluentes líquidos produzidos pelo homem, que prejudiquem as formas de vida e seu desenvolvimento regular.
Existem vários tipos de poluição no solo. Existe poluição do meio urbano e do meio rural. A poluição do meio urbano é mais populacional porque habita mais pessoas na cidade no que nas aldeias.
A poluição sonora é o efeito provocado pela difusão do som num tom demasiado alto, sendo o mesmo muito acima do tolerável pelos organismos vivos, no meio ambiente. Dependendo da sua intensidade, causa danos irreversíveis nos seres humanos.
Poluição térmica consiste no aquecimento das águas naturais pela introdução da água quente utilizada na refrigeração de centrais elétricas, usinas nucleares, refinarias, siderúrgicas e indústrias diversas. A elevação da temperatura afeta a solubilidade do O2 na água, fazendo com que esse gás se difunda mais facilmente para a atmosfera; isso acarreta uma diminuição de sua disponibilidade na água, o que prejudica diversas formas de vida aeróbicas aquáticas. Além disso, o impacto da variação térmica exerce um efeito particularmente nocivo para as formas estenotérmicas, isto é, que não toleram grandes variações de temperatura, como o salmão e a truta. A poluição térmica é causada também pelo aquecimento global, e pode acarretar a perda de grande parte da fauna marinha e lacustre.

Poluição luminosa é o tipo de poluição ocasionada pela luz excessiva ou obstrutiva criada por humanos. A poluição luminosa interfere nos ecossistemas, causa efeitos negativos à saúde, ilumina a atmosfera das cidades, reduzindo a visibilidades das estrelas e interfere na observação astronômica.

Este tipo de poluição é considerado um efeito colateral da industrialização. A fonte de poluição neste caso consiste das luminárias internas e externas de residências e outros estabelecimentos, anúncios publicitários, iluminação viária, sinalização aérea e marítimica, bem como toda outra fonte artificial de luz. A poluição luminosa é mais intensa em áreas densamente povoadas e fortemente industrializadas na América do Norte, Europa e Japão.

Com os avanços das viagens espaciais privadas, a perspectiva de outdoors surgindo no futuro próximo tem levantado a preocupação que tais objetos possam se tornar uma nova fonte de poluição luminosa. A agência de aviação estadunidense, Federal Aviation Administration, deu permissão em maio de 2005 para a criação de uma lei proibindo anúncios "obstrutivos" na órbita da terra.

Dá-se o nome de poluição visual ao excesso de elementos ligados à comunicação visual (como cartazes, anúncios, propagandas, banners, totens, placas, etc) dispostos em ambientes urbanos, especialmente em centros comerciais e de serviços. Acredita-se que, além de promover o desconforto espacial e visual daqueles que transitam por estes locais, este excesso enfeia as cidades modernas, desvalorizando-as e tornando-as apenas um espaço de promoção do fetiche e das trocas comerciais capitalistas. Acredita-se que o problema, porém, não é a existência da propaganda, mas o seu descontrole.

Obs: Ainda Faltam As Imagens.
Renewable energy followed by is energy generated from natural resources such as sunlight,wind, rain, tides and geothermal heat which are renewable (naturally replenished). In 2006, about 18% of global final energy consumption came from renewables, with 13% coming from traditional biomass, such as wood-burning. Hydroelectricity was the next largest renewable source, providing 3% (15% of global electricity generation),solar hot water/heating, which contributed 1.3%. Modern technologies, such as geothermal energy, wind power, solar power, and ocean energy together provided some 0.8% of final energy consumption.

The non-renewable energy, for example, the fósseis fuels, is not possible to restitute what we spend. At some moment they go to finish and they can be necessary millions of years of similar evolution to be able to count again on them. They are those whose reserves are limited and are being devastadas with the use. The main ones are the nuclear energy and the fósseis fuels (oil, natural gas and coal).


















And nuclear power:
The atomic nuclei of elements heavy as the Uranian one, can be disintegrated (nuclear fissão or nuclear split) and to liberate radiating and kinetic energy. Thermonuclear plants use this energy to produce electricity using turbines the vapor.
























Types Of Renewable Energy

Solid Biomass

Solid biomass is mostly commonly usually used directly as a combustible fuel, producing 10-20 MJ/kg of heat.
Its forms and sources include wood fuel, the biogenic portion of municipal solid waste, or the unused portion of field crops. Field crops may or may not be grown intentionally as an energy crop, and the remaining plant byproduct used as a fuel. Most types of biomass contain energy. Even cow manure still contains two-thirds of the original energy consumed by the cow. Energy harvesting via a bioreactor is a cost-effective solution to the waste disposal issues faced by the dairy farmer, and can produce enough biogas to run a farm.

With current technology, it is not ideally suited for use as a transportation fuel. Most transportation vehicles require power sources with high power density, such as that provided by internal combustion engines. These engines generally require clean burning fuels, which are generally in liquid form, and to a lesser extent, compressed gaseous phase. Liquids are more portable because they can have a high energy density, and they can be pumped, which makes handling easier.

Non-transportation applications can usually tolerate the low power-density of external combustion engines, that can run directly on less-expensive solid biomass fuel, for combined heat and power. One type of biomass is wood, which has been used for millennia. Two billion people currently cook every day, and heat their homes in the winter by burning biomass, which is a major contributor to man-made climate change global warming. The black soot that is being carried from Asia to polar ice caps is causing them to melt faster in the summer. In the 19th century, wood-fired steam engines were common, contributing significantly to industrial revolution unhealthy air pollution. Coal is a form of biomass that has been compressed over millennia to produce a non-renewable, highly-polluting fossil fuel.

Wood and its byproducts can now be converted through processes such as gasification into biofuels such as woodgas, biogas, methanol or ethanol fuel; although further development may be required to make these methods affordable and practical. Sugar cane residue, wheat chaff, corn cobs and other plant matter can be, and are, burned quite successfully. The net carbon dioxide emissions that are added to the atmosphere by this process are only from the fossil fuel that was consumed to plant, fertilize, harvest and transport the biomass.

Processes to harvest biomass from short-rotation trees like poplars and willows and perennial grasses such as switchgrass, phalaris, and miscanthus, require less frequent cultivation and less nitrogen than do typical annual crops. Pelletizing miscanthus and burning it to generate electricity is being studied and may be economically viable.


















Solar Energy

The solar energy is that energy gotten for the light of the Sun, can be caught with solar panels. It is a source of life and origin of the majority of the other forms of energy in the Land. To each year the solar radiation brought for the land takes energy equivalent to some thousands of times the amount of energy consumed for the humanity. Choosing a good solar radiation, this can be transformed into other forms of energy as heat or electricity using solar panels.

Through solar collectors, the solar energy can be transformed into thermal energy, and using fotovoltaicos panels the luminous energy can be converted into electric energy. Both the processes do not have nothing to see ones with the others in terms of its technology. Exactly thus, the solar thermal central offices use thermal solar energy from solar collectors to generate electricity.

It has two components in the solar radiation: direct radiation and diffuse radiation. The direct radiation is the one that comes directly of the sun, without intermediate reflections or refractions. The diffuse one, is emitted by the sky during the day, thanks to the many phenomena of reflection and refraction of the solar atmosphere, in clouds, and the remaining elements of atmospheric and the terrestrial one. The direct reflected radiation can be intent and of use, even so it is not possible to concentrate dispersed the light that comes of all the directions. However, as much the direct radiation how much the diffuse radiation is usable.

It is possible to differentiate between active and passive receivers in which the first ones use mechanisms to guide the receiving system route to the sun (called following) better to attract the direct radiation.

A great advantage of the solar energy is that it allows the energy generation, in the same local of consumption, through the integration of the architecture. Thus, we will be able to take the systems of distributed generation, where almost to eliminate completely on losses to the transports, that represent currently about 40% of the total, and the energy dependence.
























Wind Energy

Airflows can be used to run wind turbines. Modern wind turbines range from around 600 kW to 5 MW of rated power, although turbines with rated output of 1.5–3 MW have become the most common for commercial use; the power output of a turbine is a function of the cube of the wind speed, so as wind speed increases, power output increases dramatically. Areas where winds are stronger and more constant, such as offshore and high altitude sites, are preferred locations for wind farms.

Since wind speed is not constant, a wind farm's annual energy production is never as much as the sum of the generator nameplate ratings multiplied by the total hours in a year. The ratio of actual productivity in a year to this theoretical maximum is called the capacity factor. Typical capacity factors are 20-40%, with values at the upper end of the range in particularly favourable sites. For example, a 1 megawatt turbine with a capacity factor of 35% will not produce 8,760 megawatt-hours in a year, but only 0.35x24x365 = 3,066 MWh, averaging to 0.35 MW. Online data is available for some locations and the capacity factor can be calculated from the yearly output.

Globally, the long-term technical potential of wind energy is believed to be five times total current global energy production, or 40 times current electricity demand. This could require large amounts of land to be used for wind turbines, particularly in areas of higher wind resources. Offshore resources experience mean wind speeds of ~90% greater than that of land, so offshore resources could contribute substantially more energy. This number could also increase with higher altitude ground-based or airborne wind turbines.[ Relative costs of wind, coal and nuclear power are given here.

Wind power is renewable and produces no greenhouse gases during operation, such as carbon dioxide and methane.













Geothermal energy

Geothermal energy is energy obtained by tapping the heat of the earth itself, usually from kilometers deep into the Earth's crust. It is expensive to build a power station but operating costs are low resulting in low energy costs for suitable sites. Ultimately, this energy derives from heat in the Earth's core.

Three types of power plants are used to generate power from geothermal energy: dry steam, flash, and binary. Dry steam plants take steam out of fractures in the ground and use it to directly drive a turbine that spins a generator. Flash plants take hot water, usually at temperatures over 200 °C, out of the ground, and allows it to boil as it rises to the surface then separates the steam phase in steam/water separators and then runs the steam through a turbine. In binary plants, the hot water flows through heat exchangers, boiling an organic fluid that spins the turbine. The condensed steam and remaining geothermal fluid from all three types of plants are injected back into the hot rock to pick up more heat.

The geothermal energy from the core of the Earth is closer to the surface in some areas than in others. Where hot underground steam or water can be tapped and brought to the surface it may be used to generate electricity. Such geothermal power sources exist in certain geologically unstable parts of the world such as Chile, Iceland, New Zealand, United States, the Philippines and Italy. The two most prominent areas for this in the United States are in the Yellowstone basin and in northern California. Iceland produced 170 MW geothermal power and heated 86% of all houses in the year 2000 through geothermal energy. Some 8000 MW of capacity is operational in total.

There is also the potential to generate geothermal energy from hot dry rocks. Holes at least 3 km deep are drilled into the earth. Some of these holes pump water into the earth, while other holes pump hot water out. The heat resource consists of hot underground radiogenic granite rocks, which heat up when there is enough sediment betweenthe rock and the earths surface. Several companies in Australia are exploring this technology.


















Tidal Energy

The energy of the seas is the energy that if it gets from the movement of the waves, of the tides or of the temperature difference it enters the water levels of the sea. It occurs due to gravitational force between the Moon, the Land and the Sun, that cause the tides, that is, the difference of average height of the seas in accordance with the relative position between these three astros. This difference of height can be explored in strategical places as the gulfs, bays and estuaries that use hydraulical turbines in the natural circulation of the water, together with the deposit and canalization mechanisms, to advance on a axle. Through its linking to an alternator, the system can be used for the electricity generation, transforming, thus, the energy of the tides, in electric energy, a more useful and usable energy.

The energy of the tides has the quality of being renewable as primary power plant is not depleted by its exploration and, is clean, a time that, in the transformation of energy does not produce pollutants derived in the operational phase. However, the relation enters the amount of energy that can be gotten with the current economic resources and the costs and the ambient impact of the installation of devices for its process had hindered a notable proliferation of this type of energy.

Other forms to extract energy from the energy of the oceanic waves are the energy produced for the movement of the waves of the ocean and energy due to the thermal gradient, that makes a difference of temperature between superficial and deep waters of the ocean
















Energy of Hydrogen

The energy of hydrogen is the energy that if gets of the combination of hydrogen with the oxygen producing water vapor and freeing
rgy that is converted into electricity. Some vehicles exist that are moved hydrogen.




O Desmatamento, também chamado de desflorestamento, nas florestas brasileiras começou no instante da chegada dos portugueses ao nosso país, no ano de 1500. Interessante no lucro com a venda do pau-brasil na Europa, os portugueses iniciaram a exploração da Mata Atlântica. As caravelas portuguesas partiram do litoral brasileiro carregadas de toras de pau-brasil para serem vendidas no mercado europeu.

Desde então, o desmatamento em nosso país foi uma constante. Depois da Mata Atlântica, foi a vez da Floresta Amazônica sofrer as consequências da derrubada ilegal de árvores. Em busca de madeiras de lei como o mogno, por exemplo, empresas madeireiras instalaram-se na região amazônica para fazer a exploração ilegal. Um relatório divulgado pela WWF (ONG dedicada ao meio ambiente) no ano de 2000 apontou que o desmatamento na Amazônia já atinge 13% da cobertura original. O caso da Mata Atlântica é ainda mais trágico, pois apenas 9% da mata sobrevive a cobertura original de 1500.

Causas:

Pode ser deplorável que as florestas tenham de ser destruídas para ceder lugar ao crescimento e à expansão, tão necessários aos países em desenvolvimento. Mas, infelizmente, florestas destruídas não significam terras adequadas para atividades agrícolas e pecuárias. Se a terra não for bem manejada, ela pode se tornar infértil rapidamente. Muitas vezes, pela falta de informação do agricultor isso acaba acontecendo, e a terra é abandonada.

Quando convertidas em terras para lavoura, as florestas permanecem férteis por poucos anos. Então, mais áreas de floresta têm de ser destruídas e o processo se repete. Os habitantes das florestas adotam um método agrícola baseado no corte e queima de pequenos trechos da floresta que usam para cultivo temporário. Hoje, contudo, essa prática está atingindo proporções gigantescas, deixando um rastro de terra estéril, que já não poderá ser utilizada para nada.









Consequências:

A remoção da camada que cobre o solo da floresta pode gerar outros sérios efeitos colaterais. As florestas são diretamente responsáveis pelas chuvas, pois as gigantescas árvores absorvem grande parte da água, devolvendo-a lentamente ao meio ambiente sob forma de umidade. A devastação da floresta, reduzindo a quantidade de chuva na região, pode levar a um processo de desertificação. Desprovido de sua cobertura vegetal, o solo fica mais vulnerável à erosão. Há 40 anos, quase metade da Etiópia era coberta de florestas, fonte de água preciosa para a irrigação das lavouras. Hoje restam apenas 5% das florestas etíopes. Como conseqüência, a enorme população do país tem sido vitimada pela fome, seca e enchentes.

A destruição das florestas tem também graves consequências em escala mundial. As florestas tropicais regulam os padrões climáticos globais. Em regiões tropicais, mais de 1 bilhão de pessoas dependem da água produzida pelas florestas para irrigar sua produção agrícola. No Hemisfério Norte, fenômenos como ciclos de chuvas desregulados e o aumento de dióxido de carbono na atmosfera são possíveis resultados do desmatamento registrado nos trópicos. Essa devastação poderia levar a um aquecimento generalizado da atmosfera, conhecido por "efeito estufa" que, por sua vez, poderia acelerar o derretimento das calotas polares e contribuir para a elevação do nível do mar.

Soluções:
-Reflorestamento Das Florestas Do Mundo
-Maior Fiscalização Ambiental Nas Florestas
-Os Homens Diminuir Sua Ambição e Ganância Por Dinheiro
-Madeireiros Pararem De Fazer Cortes Ilegais
-E o Mais Importante, As Pessoas Pararem De Olhar Para o Próprio Umbigo e Olharem a Destruição Que Estão Causando No Mundo, e Pensar Nas Gerações Futuras, e Como Elas Iram Viver Em Meio a Poluição.


http://www.ciberiglesia.net/imagenes/plantando.jpg

quarta-feira, 1 de abril de 2009




The Deforestation, also called deforestation, in the Brazilian forests started in the instant of the arrival of the Portuguese to our country, in the year of 1500. Interesting in the profit with venda of wood-Brazil in the Europe, the Portuguese had initiated the exploration of Atlantic Mata. Caravelas Portuguese had left of log the Brazilian coast loaded of wood-Brazil to be vendidas in the European market.

Since then, the deforestation in our country was a constant. After Atlantic Mata, it was the time of the Amazonian Forest to suffer the consequências from the illegal falling of trees of trees. In law wood search as the mahogany, for example, maderereiras companies had been installed in the Amazon region to make the illegal exploration. A report divulged for the WWF (dedicated Ong to the environment) in the year of 200, pointed that the deforestation in the Amazônia already reaches 13% of the original covering. The case of Atlantic Mata is still more tragic, therefore only 9% of the bush survive the original covering of 1500.

Causes:


It can be deplorable that the forests have of being destroyed to yield place to the growth and the expansion, so necessary to the developing countries. But, unhappyly, forests destroyed do not mean lands adjusted for agricultural and cattle activities. If the land well will not be manejada, it can become quickly infertile. Many times, for the lack of information of the agriculturist this finishes happening, and the land is abandoned.

When converted into lands for farming, the forests remain fertile per few years. Then, more areas of forest have of being destroyed and the process if it repeats. The inhabitants of the forests adopt an established agricultural metho
d in the cut and burn of small stretches of the forest that use for temporary culture. Today, however, this practical is reaching gigantic ratios, leaving a barren land track, that already could not be used for nothing.



Consequences:


The removal of the layer that has covered the ground of the forest can generate other serious collateral effect. The forests are directly responsible for rains, therefore the gigantic trees absorb great part of the water slowly, returning it to the environment under humidity form. The devastação of the forest, reducing the amount of rain in the region, can lead to a desertificação process. Unprovided of its vegetal covering, the ground is more vulnerable to the erosion. It has 40 years, almost half of the Etiópia was covered of forests, precious water source for the irrigation of the farmings. Today they remain only 5% of the forests etíopes. As consequence, the enormous population of the country has been vitimada for the hunger
, dries and floods.

The destruction of the forests also has serious consequences in world-wide scale. The tropical forests regulate global the standards climatic. In tropical regions, more than 1 billion of people depends on the water produced for the forests to irrigate its agricultural production. In the Hemisphere North, phenomena as desregulados rain cycles and the increase of carbon dioxide in the atmosphere are possible resulted of the deforestation registered in the tropics. This devastação could take to a generalized heating of the atmosphere, known for “effect greenhouse” that, in turn, could speed up the melting of calotas polar and contribute for the rise of the level of the sea.










Solutions:


-Reforestation Of the Forest Of the World

-Bigger Ambient Fiscalization In the Forest

-The Dimuinuir Men Its ambition and Ganância For Money

-Woodcutters make stop cuts Illegal

-The most important , the people stop to look at own navel and look the destruction that they are causing in the World, and to think about the future generations, and as they lived in way the pollution.

You know what it is garbage?

Residue or garbage, is any useless, superfluous considered material, and/or without value, generated for the activity human being, and which needs to be eliminated. It is any material whose proprietor eliminates, he desires to eliminate, or he needs to eliminate.

The term garbage is applied generally for materials in the solid state. Useless or superfluous liquids or considered gases, are, while this, generally calls of residues (liquid or gaseous). However, the terms garbage and residues also can be used to describe respectively fluid and solid.

Organic garbage

Organic substance, animals and vegetables. In them it can be included food remaining portions, leves, seeds, remaining portions of meat and bones, papers, wood, etc.

Exactly in the present time this type of garbage is considered pollutant e, when gathered, the organic garbage many times can become inatrativo, highly mal-cheiroso, in general due to decomposition of these products. But, in case that it does not have a minimum of care with the storage of these residues creates a propitious environment to the development of microorganisms that many times can be agents who can cause illnesses. Organic garbage can be decomposed

The main component of the organic garbage is the human, composed garbage for the residues produced for the human body, such as excrements and piss. The human garbage can highly be dangerous, a time that can shelter and transmit with easiness a great variety of worms, bacteria, fungos and .causing viruses of illnesses. A primary accomplishment of the civilization human being has been the reduction of the transmission of illnesses through the human garbage, thanks to the hygiene and the basic sanitation. The organic garbage can be seletivizado and used as seasoning (from the compostagem) or be used for the production of certain fuels as biogás, that he is rich in methane (from the Anaerobic digestion).










Inorganic Garbage


inorganic garbage it includes material all that does not possess biological origin, or that it was produced through half human beings, as plastic, metals and leagues, glass, etc. Considering the conformation of the nature, the inorgânicos materials are represented by minerals.


The majority of the inorganic garbage possesss a great problem: when played directly in the environment, without previous treatment, delay much time to be decomposed. The plastic for example, is constituted by a complex strong on molecule structure between itself, what it becomes difficult its degradation and posterior digestion for agent decompositores (primarily bacteria). To solve this problem, diverse inorgânicos products are biodegradable.











Highly Toxic Garbage

Nuclear and hospital garbage enters in this question. These products need to receive treatment special, or can cause serious ambient damages and/or to the health of many people. Nuclear garbage must be isolated, while hospital garbage must be incentive.

Domestic Garbage
: he is the formed one for the solid residues produced by the residential activities and presents around 60% of organic composition and the remain formed for plastic packings, cans, glasses, papers, etc.















Urban Solid Garbage: it includes the domestic residue as well as the residue produced in public installations (parks, for example), in commercial installations, as well as remaining portions of constructions and demolitions.

Industrial Garbage: it is generated by the industries, and she is generally highly destructive to the environment or the health












Hospital Garbage: it is the classification given to the dangerous products without value and considered produced inside of a hospital, as used syringes, aprons, etc. For being dangerous, being able to contain .causing agents of illnesses, this type of garbage is separate of the produced remain inside of the hospital (food remaining portions, etc), and generally is incinerado. However, certain hospital materials, as aprons that had kept constant contact with electromagnetic rays of high energy as rays X, are categorized of different form (the mentioned apron, for example, are considered nuclear garbage), and receive treatment different.











Nuclear Garbage: composition for highly radioactive products, as remaining portions of nuclear fuel, hospital products that had had contact with radioactivity (aprons, papers, etc), at last, any material that had exposition drawn out to the radioactivity and that possesss some degree of radioactivity. Had to the fact of that such materials to continue to emit radioactivity for long periods of time, them total need to be confined and isolated of the remaining portion of the world.













Recycling

The recycling is the process of reaproveitamento of organic and inorgânico material of the garbage. Optimum method of garbage treatment is considered, in relation to the environment, a time that diminishes the amount of sent garbage the sanitary aterros, and reduces directly the necessity of extration of more raw material of the nature. However, many materials cannot continued be recycled (staple fibres, in special). The recycling of certain materials is viable, but little or not practised for being economically impracticable. Some garbage forms, in special, highly toxic garbage, cannot be recycled, and needs to be discarded.

http://esec-anselmo-andrade.com/prof/dulce/Nova_dg/Projectos/Anos_Anteriores/EE_07_08/Imagens/reciclagem.jpg


Landfill


landfill is considered a way practical, cheap to destine the urban and industrial residues, beyond treat esgotonão. Therefore, they are the used form more for treatment of residues. They use great land areas, where the garbage is deposited. However, traditionally, they make unusable some materials that could be recycled, beyond being a source of pollution of the ground, rivers and lakes and air. The pollution if must to the process of decomposition of the organic substance that generates enormous amounts of biogás, that it contains toxic methane and other components, and of chorume, liquid I contend component toxics that flue of the garbage for the ground and bodies of water (as rivers and lakes) of the region. Currently, the new aterros have been constructed in way to prevent the contamination of ground, demanding themselves it installation of waterproof blankets that prevent the infiltration of the chorume beyond the area destined to fill with earth it. The liquid that is restrained in it I fill with earth, the chorume, then is lead until a system of treatment of effluent for posterior discarding in conditions that do not attack the environment.









Incinerators


Incinerators literally incineram the garbage, reducing it it leached ashes. They are highly polluting, generating enormous amounts of pollutants, as gases that contribute to the aggravation of the effect greenhouse. It is the method used for the hospital garbage destruction, that can contain .causing agents of potentially fatal illnesses. In the century passed until middle of the Fifties it was practical common, the industrial residue and until the organic substance to be eliminated with use of great ovens for atmospheric waste of the chimneys.















Composting

It is a aerobic treatment, through which the organic substance if decomposes in seasoning or composition.















Anaerobic Digestion

Anaerobic digestion is a treatment for anaeróbica decomposition that generates biogás, that it is formed by about 50% of methane and that can be burnt or be used as combustible. The solid residue of the Anaerobic digestion can be treated aerobicamente to form composed.















Permanent Confinement

Toxic and highly lasting garbage, and that it cannot be destroyed, as nuclear garbage, needs to be treated and to be confined permanently, and kept in some place of difficult access, as excavated tunnels the kilometers below of the ground, for example.

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